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Lucimar Moreira

                                            Resultado de imagem para imagem de um deficiente trabalhando

Olá amigos tudo bem?
Todos nós precisamos ser incentivado, sem um incentivo a pessoa pode se sentir triste, abatido, e pessoas que possui alguma deficiência precisam também ser incentivado.Quando uma pessoa nasce ou fica deficiente por algum acidente  pode vir  o pensamento da família que a pessoa deficiente vai dar problema para a família. Mais a família não pode pensar assim, a família precisa botar em mente que o deficiente é uma pessoa que vai merecer cuidados especiais, mais nunca pense que ele vai ser um peso em sua vida.

E nada melhor do que a família incentivar o deficiente a fazer algo  para ele ficar ativo, o deficiente não pode ficar parado, só porque tem uma deficiência  isso não impede ela de estudar, fazer um curso, trabalhar, fazer algum tipo de esporte. A família pode achar que o deficiente não precisa fazer nada por causa da sua deficiência, mais engana-se quem pensa assim, as pessoas com necessidades especiais elas suportam as dificuldades e encaram a vida com muito otimismo.

A família não pode tirar isso do deficiente, o deficiente é uma pessoa normal, tem o direito de fazer aquilo que gosta. Se ele quer fazer algo para se sentir útil então apoie ele em tudo, dar uma força para ele pois isso é o melhor que a família pode fazer, para ele se sentir feliz. Tem família que quer impedir que o deficiente faça algo como estudar, trabalhar achando que ele não vai conseguir, e que ele vai sofrer preconceitos. O deficiente precisa enfrentar os preconceitos, a família não pode tratar o deficiente como ele fosse de cristal fino que não pode cair no chão.

O deficiente precisa enfrentar os preconceitos da sociedade, que insiste em pensar que os deficientes não tem direito só porque tem uma necessidade especial. A sociedade pode até pensar assim, mais a família e os amigos não, todos tem que apoiar. A maioria dos deficientes se rendem a depressão, ao desânimo, se sentem excluídos, e são esses pensamentos que não podem afetar ele. Ele precisa se sentir amado, precisa ver a família e os amigos apoiando ele, que ele mesmo sendo um deficiente ele pode fazer muita coisa ainda, pois a deficiência é um dos desafios que eles precisam enfrentar e vencer.


Um exemplo de superação foi Ricardo Tadeu Marques da Fonseca, um deficiente visual que perdeu a visão total aos 23 anos, mais essa deficiência não impediu de ir em frente e se tornou um Desembargador. Ele nasceu prematuro, aos 6 meses, o que causou uma paralisia celebral. Ricardo conviveu com uma deficiência nas pernas e um baixíssima visão,  aos 23 anos acabou perdendo a visão total. Depois de aprender a ler e a escrever graças a dedicação de sua mãe, que ensinou com papéis de pão. Ricardo passou a pagar para as pessoas lerem em voz alta o conteúdo dos livros da faculdade, gravava as narrações em fita, e não só se formou em Bacharel, como tornou o primeiro juiz cego do Brasil.

Lemos aí a história de Ricardo, a sua mãe ensinou ele a ler e a escrever, a mãe dele não desistiu dele mesmo ele sendo cego, é aí está a diferença, a família nunca deve desistir do deficiente, seja qual for a deficiência dele.

Encontramos muitos deficientes atletas, que por um lado eles poderiam até dado muito trabalho para a

família, mais eles se tornaram orgulho para a  família, não só para a família mais para todos os brasileiros.

Daniel  Dias- Nadador




Daniele Bernades- é deficiente visual- Judô


Daniele Bernardes.

 Terezinha Guilhermina- Velocista


O incentivo ainda é o melhor
Beijos!
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O deficiente visual é aquela pessoa que é cega e com a visão reduzida, devida a perda ou redução da capacidade visual em ambos os olhos. E caso você se depare ou conheça algum deficiente visual como você vai agir ou age diante dela. Pois não devemos tratá-lo como se fossem pessoas doentes, devemos respeitá-los. A deficiência deles não impede que eles vivam uma vida normal. Mais como auxiliá-lo quando for preciso, muitas dúvidas surge em nossa mente. Mais existem alguns meios de como proceder caso você encontre um deficiente visual e queira ajudá-lo. Veja algumas dicas:

  • Quando você for falar com um deficiente visual primeiro toque nele de leve em seu braço, ombro ou mão, assim ele saberá que a pessoa fala com ele.
  • Ao andar com ele deixe ele segurar o seu braço, não ande correndo e não empurre com o movimento de seu corpo.
  • Se ele estiver sozinho ao aproximar dele identifique-se primeiro.
  • Se ele estiver acompanhado com um cão guia não mexa com o cão, pois o cão guia não é como qualquer cão.
  • Ao sair de perto dele diga "Já volto" ou "estou indo" avise-o para ele não ficar falando sozinho.
  • Ao voltar perto dele avise a ele "voltei" ou "estou aqui"
  • Ao conversar com ele fale sempre diretamente com a pessoa cega, e nunca com o seu acompanhante se ele estiver. A pessoa cega pode ouvir perfeitamente.
  • Quando for auxiliá-lo ele atravessar a rua ou o trânsito pergunte antes se ele quer que ajuda. Não se ofenda se ele não quiser, pois tem deficientes que não necessita de ajuda.
  • Ao orientá-lo de direções sempre claro, diga o caminho certo, se é para direita ou esquerda, nunca use termos como "ali, aqui ou lá".
  • Se a pessoa cega lhe perguntar alguma informação e você não souber direito, não tenha vergonha em dizer que não sabe, uma informação errada irá prejudicar ele.
  • Não tenha medo de dizer palavras como cego e ver, use-a sem receio.
  • Não trate o deficiente como ele fosse um cristal, se ele for criança trate ele como criança, ser for um adulto trate ele como um adulto, se for um idoso trate ele como um idoso, pois a deficência está nos olhos.
Beijos.
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Os deficientes sempre sofreram com a sua deficiência, a maior parte da sociedade considera os deficientes como coitadinhos, aleijados, doentes, e até loucos. Os deficientes são pessoas normais como eu e você, tem sentimentos, rir, chora, fica triste, eles tem direito de tomar as suas próprias decisões, assumir as responsabilidades, tem direito de ir e vir como um cidadão comum, não importa qual seja a sua deficiência.

Uma pessoa com deficiência não pode ser tratado como um doente que não tem noção do que faz, que seja incapaz de fazer tarefas do dia-a-dia. A incapacidade de andar, de ver ou ouvir é uma conseqüência da deficiência e deve ser vista de uma forma normal.

O deficiente muitas vezes recorrem a justiça para reivindicar os seus direitos, pois os direitos dos deficientes não são respeitados. Muitos tem o direito assegurado por lei, mais muitas vezes não é cumprido. Os parlamentares criam leis, mais muitas vezes não sofre alteração nenhuma.

Os deficientes precisa se apegar á vida, tem que sempre lutar ir avante para ter os  seus direitos respeitados, nunca desistindo, não desanimar. Ter uma deficiência não significa  que a pessoa seja pior de que uma pessoa que não seja deficiente.


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Todos nós sabemos que os portadores de deficiência intelectual devido a limitação cognitiva tem um desenvolvimento e um aprendizado lento, ou seja segue o ritmo próprio, sem pressa, mais com muita determinação. Mais mesmo com um ritmo lento não impede de ganhar espaço na sociedade e ter garra no mercado de trabalho, e de fazer as suas atividades em casa. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) 10% da população nos países de desenvolvimento tem algum tipo de deficiência.

Ter um funcionário com algum tipo de deficiência em uma empresa é ser a favor da inclusão. No Brasil existe a Lei de Cotas que estar há mais de 20 anos que estabelece a ter reserva de cargos á empresa que tem mais de 100 funcionários á trabalhadores deficientes. E todos os anos a inclusão desses trabalhadores vem aumentando, mais  que ainda está longe de alcançar a meta satisfatório.

Antes quando se abria as páginas de classificados dos jornais era muito difícil encontrar empresas que contratassem deficientes físicos para o cargo, hoje não hoje você consegue ver cargos para os deficientes em diversas empresas e áreas. Mais ainda existe muitas pessoas com deficiência fora do mercado de trabalho. Por isso é muito importante a família apoiar os deficientes a ser independente, os pais deve sempre incentivar eles a estudar, a trabalhar, fazer algum tipo de esporte, ajudar a comer sozinho, a se arrumar sozinho, ou seja ser independente. Mais nunca deve deixa-lo sozinho em uma situação que ele não é capaz de realizar. Se ele não conseguir realizar aquela tarefa ensine como deve ser.

Os pais nunca deve negar em colocá-lo ele na escola, a escola é o melhor lugar para o deficiente desenvolver, matricular ele na escola irá ajudar  na interação dele com outras crianças, a criança com deficiência só terá benefício na escola, pois eles vão conviver com crianças sem deficiências. Infelizmente tem escolas que não valoriza a diferença das crianças portadoras de deficiência, algumas escolas nega a presença delas, muitas vezes a inclusão é só de aparências, mais na realidade é outra. Algumas  escolas precisa rever esse preconceito em não querer aceitar crianças especiais, a escola tem que reconhecer e dá valor as diferenças.

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Para toda mulher é normal, namorar, casar e ter filhos, e para as mulheres com alguma deficiência não é diferente, a mulher deficiente também tem os seus sonhos. Tudo é possível para os portadores de deficiência, todas tem o direito de realizar os seus sonhos.

E um dos sonhos de uma mulher deficiente é a realização de torna-se mãe, muitos quando vêem uma deficiente grávida fica espantado com a gravidez dela, é como se fosse um crime uma coisa horrível de se vê. A sociedade as vezes distorce um pouco da deficiência da pessoa, usa um olhar de desprezo um olhar de pobrezinha, de coitadinha, considera a pessoa incapaz de realizar alguma coisa.

                                                               A menor grávida   
                  .                        

As mulheres deficientes tem o direito de ser mãe, elas tem muito valor  e coragem, elas enfrentam os mesmos dilema de uma mulher que não é deficiente, ela tem dificuldades de toda mãe, sente os enjoos, sente as dores de parto,  amamenta os filhos, dorme noites mal dormidas, tem preocupações. Elas sofrem muito preconceito das pessoas, mas a pesar de sofrer em olhar de coitadinha, vale a pena ser mãe

Um exemplo de quem passou por cima dos preconceito para realizar o sonho de ser mãe foi a jornalista Flávia Cintra de 39 anos, ela é repórter do programa do "Fantástico da Rede Globo e também dá palesta em empresas". Flávia é tetraplégica, ferida gravemente em um acidente de carro em 1991, quando tinha 18 anos. Ela enfrentou muitos desafios, e ser cadeirante foi uma delas, diz Flávia.



E a outra é a carioca Juliana Oliveira, 36 anos, tetraplégica desde os 22 anos, quando sofreu um acidente de carro ela decidiu ser mãe há 3 anos atrás, Juliana teve que lidar com comentários desagradáveis de desconhecidos e até mesmo de familiares. Flávia é funcionária pública e apresentadora de um programa sobre inclusão na TV Brasil, ela tem 2 filhas.

O ponto de vista médico, a gravidez de uma tetramãe não é diferente de uma mulher sem deficiência. Só é preciso tomar cuidado com a circulação, porque elas tem mais chances de desenvolver trombose e, com a bexiga, para evitar infecções urinárias "diz Miriam Waligora, obstetra do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Pelo fato de partos de gestantes tetraplégicas serem tão raros, porem a maioria dos médicos não sabe como lidar com essas pacientes.

É possível uma deficiente ser mãe, mesmo sofrendo preconceito dos outros, esse tabu contra as deficientes precisa acabar, o preconceituoso precisa entender que os deficientes não são deficientes mais diferentes, a deficiência não interfere a mulher de ser mãe.

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