Intoxicação Alimentar

Intoxicação Alimentar é consequência da ingestão de alimento ou água contaminados com bactérias, vírus, fungos, produtos químicos ou toxinas. Os sintomas são náusea, vômitos, diarréia e dores abdominais. Na maior parte dos casos, os sintomas   desaparecem não rapidamente como apareceram.
Os alimentos podem já estar contaminados no momento da compra (em especial frutos do mar e frangos) ou durante o seu tempero. Os ovos podem ser fonte de salmonelas. Queijos do tipo cremoso, saladas prontas e alimentos congelados podem estar contaminados com listéria, o que é incomum no Brasil. A listéria é particularmente perigosa para as crianças e os idosos. Mulheres grávidas pode sofrer abordo em decorrência da infecção causada por listéria.


Identificação da causa:
O médico pode realizar testes para descobrir a fonte da contaminação. A saúde pública deve ser informada, de modo que a falha no tempero, seja em restaurante, casa comercial ou residência, possa ser corrigida. A falta de cuidados higiênicos na cozinha é causa frequente de contaminação alimentar.
Os testes para diagnósticos incluem exame laboratorial das fezes e do vômito para dectar vírus e bactérias. Sobras dos alimentos suspeitos, se existirem, devem ser examinadas em laboratórios.


Tratamento dos sintomas:
Não ingerir alimentos sólidos ou leite até que os vômitos e diarréia tenham desaparecido. Tomar líquidos para evitar a desidratação. Sais reidratantes, que podem ser comprados em farmácias, são indicados para repor a perda de sais e como fonte de energia. Logo que os sintomas desaparecem, pode-se fazer uma refeição bem leve, como uma sopa e torradas.
Se os vômitos e diarréia forem graves, pode ser preciso a administração de soro intravenoso.


Atenção!
A contaminação pode não alterar aparência, gosto ou cheiro.


Balcões de salada e Buflês de alimentos:
É necessário um alto padrão de higiene, para que não se tornem meios de cultura de bactérias. Pode haver contaminação antes que o alimento seja colocado, ou depois, por outros clientes.


Refrigeração inadequada:
Alimentos devem ser bem resfriados para evitar a proliferação de bactérias.


Projeto imperfeito:
Deve haver telas para impedir que a poeira, moscas, esporos de frangos e bactérias do ar pousem sobre os alimentos. Os clientes não devem debruçar-se por cima de alimentos.


Mau posionamento:
Para evitar mudanças de temperatura, os alimentos não devem estar próximos a portas, sob ventiladores ou luz solar direta.

Utensílios:
Manter os talheres fora dos alimentos.


Sobras:
Jogar fora as sobras. Não reaproveitar.


Higiene na cozinha:
-guardar carne crua separada de outros alimentos.


-lavar os utensílios e tábuas de carne cuidadosamente com sabão e água quente após usá-los no preparo de carne crua.


-lavar frutas e verduras frescos em água corrente fria.


-nunca usar alimentos cujas embalagens estejam vazando, estufas ou danificadas


-conservar a temperatura do refrigerador abaixo de 5G e a do freezer abaixo de 18C.


-comer os alimentos logo depois de cozidos. Tampar as sobras, resfriar e levar ao refrigerador dentro de 90 minutos.


-reaquecer a carne rápida e completamente.


-para preservar alimentos, esterilizá-los em panela de pressão a 120C por 30 minutos.


-guardar peixes na parte mais fria do refrigerador.


-pratos feitos com ovos devem ser conservados no refrigerador.


-lavar as mãos sempre que manusear alimentos e depois de pegar em carne crua. Cobrir corte ou ferimento nas mãos com curativo impermeável.
Fonte: guia da vida saudável

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